“O mundo está cheio de gente babaca”
Esta foi a
melhor frase que ouvi essa semana para descrever os pequenos preconceitos
sofridos no nosso dia-a-dia.
“Nossa, você
está entendo tudo errado hoje”
“Mas era só
uma brincadeira, eu achei que você não se importava porque você sempre dava
risada”
“Como assim,
você está com ENXAQUECA?”
“O mundo
ficou tão chato com esse politicamente correto”
E por aí vai.
As desculpas são muitas. As pessoas cada vez mais individualizadas e
individualistas, incapazes de olhar para o lado. Não conseguem mais se
sensibilizar com o outro, com a dor, com as necessidades, têm receitas para
tudo. Resolvem o problema de todos, menos os seus.
A velocidade
com que tudo acontece através do mundo digital faz com que as pessoas
transfiram, ou tentem transferir, a mesma velocidade para o mundo real.
Mas a vida
não acontece na internet. As necessidades são reais, os sentidos e os
sentimentos são reais. Se você não se atualiza, não acompanha o ritmo, não faz
o upgrade, está fora, foi substituído.
Mas nós não
somos digitais, somos ORGÂNICOS.
Nossa
essência ainda é humana, devemos usar a máquina e a velocidade a nosso favor e
não contra nós. Usarmos o pressentimento para percebermos quem é quem. Não
deixarmos que as planilhas ditem as personalidades humanas, pois as planilhas
são preenchidas por pessoas. Antigamente dizia-se que papel aceitava qualquer
coisa. Hoje eu digo que uma planilha eu alimento como eu quiser.
Confiança se
conquista. Honestidade tem ou não tem.
Quem é
simplesmente é.
Não precisa
de show, a plateia vem naturalmente.
Fica a
reflexão. Caso queiram compartilhar alguma experiência, sempre dentro dos
padrões éticos, serão muito bem-vindos!
Obrigada a
todos que leram e se interessaram pelo assunto.

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